Inicio
PROCURAR EMPRESA:
Notícias

Bookmark and Share
» O seu dinheiro está a salvo?
Inserido em: 2011-04-27

Palavras como crise, FMI e dívida soberana proliferam cada vez mais os media nacionais. Perante este cenário, em que o país foi forçado a pedir ajuda externa, é natural que surjam alguns rumores e o pânico se instale na cabeça de muitos portugueses.

A questão que mais inquieta os portugueses neste momento: “Será que o meu dinheiro está a salvo?”.

O EuSouCliente vai dar resposta a algumas das suas dúvidas:

Depósitos Bancários
É um dos rumores que mais tem atormentado os portugueses “Com a entrada do Fundo Monetário Internacional (FMI) os seus depósitos bancários podem estar em perigo”. Não é bem assim. Para que tal acontecesse os bancos teriam que entrar em falência, algo que não se perspectiva para Portugal.

O problema da banca nacional deve-se sobretudo ao contágio das contas públicas. Factor que lhe retirou o acesso ao financiamento nos mercados. Esta situação tem sido contornada com empréstimos que chegam do Banco Central Europeu (BCE). Para garantir a solidez da banca nacional, o Banco de Portugal ordenou que os bancos reforcem os seus capitais até ao final do ano.

Mesmo que os bancos estivessem numa situação de bancarrota existe um mecanismo, designado de Fundo de Garantia de Depósitos (FGD), que assegura o pagamento até 100 mil euros a cada cliente do banco, caso não consiga devolver o dinheiro.


Certificados de Aforro e do Tesouro

Estes produtos de investimento são títulos de dívida pública. Quer isto dizer que ao comprá-los, os portugueses estão a emprestar dinheiro ao Estado em troca de juros. Existe algum risco neste tipo de investimentos, mas nada que deva provocar alarme.

No entanto, estes produtos podem ser afectados caso o país entre em incumprimento. Ou seja, o Estado pode mudar algumas das regras previamente estabelecidas. Tal já aconteceu com algumas linhas de Certificados de Aforro, através do corte na taxa de juro.

Neste caso concreto, o Estado pode alterar o prazo de pagamento de juros ou mesmo a taxa de rendimento. Quais as principais consequências desta alteração? Os investidores podem receber noutra data ou ainda um valor inferior ao que estavam à espera.

Reembolsos do IRS

Não há alterações neste campo. O Ministro das Finanças assegurou ao Diário Económico que “os reembolsos vão acontecer como no ano passado, ou seja, os contribuintes serão reembolsados, quando a isso tiverem direito.”

Para quem entregar a declaração via Internet, o reembolso será feito num prazo de 20 dias.

« Fechar
Marcas que se preocupam: